Nós temos um sério problema com o curso da vida. Ok, talvez eu tenha...mas com certeza não estou sozinha nessa. Estamos sempre tentando ter o controle de tudo... Nossa preferência política, nossa cor preferida, o sabor do sorvete, qual é o seu melhor amigo...estamos sempre nos obrigando a segurar bem as rédeas de nossas vidas, inclusive sobre nossos instintos e sentimentos.
O paradigma da sociedade moderna é ser racional, controlar nossos impulsos mais inexplicáveis e nossos sorrisos nômades. O ponto é: os pilares dessas convicções precisam estar firmes em tudo?
Andei pensando ultimamente sobre algumas coisas da vida. Sobre o cotidiano, sobre as pessoas...e sobre os coquetéis mais perigosos: os relacionamentos. E a partir desse viés controlador, fui observando como agimos eu e as pessoas com as quais convivo. E quer saber a conclusão? Somos um bando de insanos. (Ok, talvez agora você deva estar pensando: “E como é que você não percebeu isso antes?”).
Nós simplesmente não deixamos que tudo flua corretamente. Quando algo começa, mesmo quando é uma simples conversa de bar, queremos saber o motivo, queremos o objetivo. Somos tão tolos e não percebemos que a vida é um grande tear. Não adianta querermos seguir e destrinchar linhas retas. O corpo desse tapete mágico é costurado com mil e uma voltas. Não sabemos de onde elas vem, nem pra onde vão.
Nem sempre somos culpados. Muitas vezes quando deixamos o traço do lápis correr solto, os desenhos feitos não nos agradaram, as vezes foram tatuados, de modo a deixar certos traumas visíveis. Mas precisamos sair dessa bolha de conforto e deixar que tudo serpenteie naturalmente. Não podemos nos apegar ao vivido e construir modelos para o vivido ir-se há.
Nossa tensão e PRÉ-ocupação com o post scriptum está assassinando as relações. Precisamos de ar.
Essa é uma lição que deixo para nosotros. Sorria. Convide, vá. Dance. Envie mensagens. Pise torto. Chore se não der certo. Corra quando sentir que não agüenta. Misture pessoas. Ame-as.
Com um pouco de bom senso e o respeito devido ao ser-não-ser de todos, tenho certeza que um pouco de incerteza não faz mal á ninguém.
Enjoy it.
O paradigma da sociedade moderna é ser racional, controlar nossos impulsos mais inexplicáveis e nossos sorrisos nômades. O ponto é: os pilares dessas convicções precisam estar firmes em tudo?
Andei pensando ultimamente sobre algumas coisas da vida. Sobre o cotidiano, sobre as pessoas...e sobre os coquetéis mais perigosos: os relacionamentos. E a partir desse viés controlador, fui observando como agimos eu e as pessoas com as quais convivo. E quer saber a conclusão? Somos um bando de insanos. (Ok, talvez agora você deva estar pensando: “E como é que você não percebeu isso antes?”).
Nós simplesmente não deixamos que tudo flua corretamente. Quando algo começa, mesmo quando é uma simples conversa de bar, queremos saber o motivo, queremos o objetivo. Somos tão tolos e não percebemos que a vida é um grande tear. Não adianta querermos seguir e destrinchar linhas retas. O corpo desse tapete mágico é costurado com mil e uma voltas. Não sabemos de onde elas vem, nem pra onde vão.
Nem sempre somos culpados. Muitas vezes quando deixamos o traço do lápis correr solto, os desenhos feitos não nos agradaram, as vezes foram tatuados, de modo a deixar certos traumas visíveis. Mas precisamos sair dessa bolha de conforto e deixar que tudo serpenteie naturalmente. Não podemos nos apegar ao vivido e construir modelos para o vivido ir-se há.
Nossa tensão e PRÉ-ocupação com o post scriptum está assassinando as relações. Precisamos de ar.
Essa é uma lição que deixo para nosotros. Sorria. Convide, vá. Dance. Envie mensagens. Pise torto. Chore se não der certo. Corra quando sentir que não agüenta. Misture pessoas. Ame-as.
Com um pouco de bom senso e o respeito devido ao ser-não-ser de todos, tenho certeza que um pouco de incerteza não faz mal á ninguém.
Enjoy it.

